A Doença
A distonia é uma doença que exige um profissional com conhecimento especifico em Distúrbios do Movimento.
Tratamentos
Para tratar é preciso confiar em seu médico. A sua relação com o profissional que você vai entregar a sua saúde precisa ser de confiança.
Exames
Que podem diagnosticar a Distonia são: a eletroneuromiografia, de sangue, de urina e análise do líquido cefalorraquidiano.
24 de junho de 2018
Hello guys! Dr. Vanessa created a Youtube channel by name A Neuro without Neura, there she will share her day-to-day, give tips and ask questions, on channel Neuro without Neura, we will be able to ask questions and also suggest a theme to be addressed. * Click to subscribe the channel: https://bit.ly/2ys2lhF And do not forget to leave in the comments what type of content and / or themes you want to see on the channel.* Click to subscribe the channel: https://bit.ly/2ys2lhF  And do not forget to leave in the comments what type of content and / or themes you want to see on the channel.

https://www.youtube.com/watch?v=QO4KMrfYoO0

Obviously the doctor will talk about Dystonia, as well as everything involving all types of Movement Disorders. We dystonic know that Dr. Vanessa Holland, together with Dr. Sara Casagrande embraced our cause and is not today right! we know that even though we are 65 thousand dytalians in Brazil, we are only a number for the federal, state and municipal public bodies, because nobody really sees us, but this is a matter for another time, right? Anyway! Sign up and activate the notif

22 de junho de 2018

Imagens

Você talvez nunca tenha ouvido falar na Neurology, a revista científica oficial da Academia Americana de Neurologia. Mas ela é uma das publicações mais prestigiosas para os pesquisadores que se dedicam a entender melhor o cérebro – e, por isso, é um dos periódicos que costumamos acompanhar aqui na SUPER. A próxima edição da Neurology, porém, vai vir com uma dose extra de orgulho nacional: a capa apresenta uma pesquisa brasileira, desenvolvida em São Paulo por oito médicos, que conseguiram imagens inéditas de uma doença rara que pode acometer o cérebro quando o corpo é exposto a grandes altitudes.

21 de junho de 2018

Apesar de utilizarmos abundantemente, a linguagem verbal não é a única, tampouco a mais utilizada na nossa comunicação diária. A linguagem é muito mais que palavras, sendo descrita como qualquer meio de comunicar ideias ou sentimentos através de sinais convencionais, sonoros, gráficos, gestuais, entre outros.

A linguagem verbal envolve nossa habilidade de reconhecer e usar palavras e frases e, na maior parte da população, essa capacidade encontra-se representada no hemisfério cerebral esquerdo. Assim sendo, quando qualquer lesão afeta essa área, tipicamente alguns aspectos da linguagem são alterados, resultando em diversas variantes do que chamamos de afasia. Vale ressaltar a diferença entre afasia (dificuldade de linguagem, ou seja, formar ou entender frases, ter capacidade de repetição, etc) e disartria (dificuldade na articulação das palavras, sendo que o entendimento da fala e a expressão verbal da linguagem ocorrem sem anormalidades). Mas nem toda lesão na área hemisférica esquerda resulta no mesmo tipo de afasia. Dentro da grande área responsável pela linguagem, temos uma distribuição particular em locais responsáveis pela recepção da linguagem (localizada mais posteriormente), pela expressão da linguagem (localizada mais anteriormente) e pela transmissão de informações de uma área a outra. Nesse co

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