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10 de janeiro de 2019

Que tal Repensar o Conceito como a Recuperação da Relação Fisiológica da Cabeça da Mandíbula com o Disco Articular? Pacientes com longa história de dor. Série de casos. Primeira sessão.

Que tal repensar o conceito como a recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular, QUANDO É POSSÍVEL? E quando isso não é possível? Qual é o diagnóstico diferencial? O QUE NÓS PODEMOS OFERECER AOS NOSSOS PACIENTES? Que tipo de dispositivo ortótico ou intraoral usar? Qual é o objetivo de uma ortopedia em um tratamento de patologia da ATM? Reposicionando a mandíbula, recapturando os discos articulares? Isso é sempre possível? Tem alterações nas estruturas articulares da articulação temporomandibular? Possui distorções na postura horizontal, vertical e transversal do complexo craniomandibular? Como estão os ossos? Como está a cartilagem? Como está o disco articular? Como estão os músculos desse sistema? Como é a coluna cervical em relação a todo o sistema? Como é a relação da coluna vertebral com as outras partes do sistema? Os dentes, as duas articulações temporomandibulares e a musculatura postural são partes do mesmo osso, a mandíbula. Eles estão profundamente inter-relacionados e interdependentes em crescimento, forma e função. Uma anormalidade em uma afeta profundamente as outras.

7 de janeiro de 2019
O diagnóstico de uma doença rara não pode subtrair possibilidades de se viver bem. Não tem que ser sentença de uma vida infeliz. Viver com uma doença rara no Brasil é viver rompendo barreiras. A principal e primeira de todas é conseguir vencer o desconhecido e obter o diagnóstico correto da doença. Informações sobre o tema são tão escassas quanto às próprias políticas públicas para atender os pacientes. Um dos motivos para isso é a falta de preparo dos profissionais da saúde que ainda não têm familiaridade com o assunto. Pensando em pôr luz a essa realidade, a Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara, que é presidida por mim, protocolou recentemente um requerimento sugerindo que sejam incluídas disciplinas específicas nos cursos de medicina para que o diagnóstico de doenças degenerativas e doenças raras seja cada vez mais precoce. Essa é uma diretriz já estabelecida pela Lei Brasileira de Inclusã

17 de dezembro de 2018
Postado em Blog, Meu Mural, Minha Vida, Noticia, Sem categoria por Mabel Antunes