Categoria: Informativo

7 de janeiro de 2019
O diagnóstico de uma doença rara não pode subtrair possibilidades de se viver bem. Não tem que ser sentença de uma vida infeliz. Viver com uma doença rara no Brasil é viver rompendo barreiras. A principal e primeira de todas é conseguir vencer o desconhecido e obter o diagnóstico correto da doença. Informações sobre o tema são tão escassas quanto às próprias políticas públicas para atender os pacientes. Um dos motivos para isso é a falta de preparo dos profissionais da saúde que ainda não têm familiaridade com o assunto. Pensando em pôr luz a essa realidade, a Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara, que é presidida por mim, protocolou recentemente um requerimento sugerindo que sejam incluídas disciplinas específicas nos cursos de medicina para que o diagnóstico de doenças degenerativas e doenças raras seja cada vez mais precoce. Essa é uma diretriz já estabelecida pela Lei Brasileira de Inclusã

5 de dezembro de 2018

Confira dicas para se proteger do sol e evitar o câncer de pele. Segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 165.580 novos casos de câncer de pele não melanoma devem ser registrados entre 2018 e 2019.

“Torrar” o couro cabeludo, as orelhas ou o dorso dos pés não é motivo de orgulho para ninguém, contudo, a maioria das pessoas já passou por essa situação. De acordo com um estudo apresentado no British Association of Dermatologists’ Annual Conference em 2017, ao aplicar filtro solar no rosto, as pessoas deixam, em média, 10% da pele desprotegida. Além do incômodo causado pelas queimaduras, isso ainda pode acelerar o envelhecimento e, pior, causar um câncer de pele. Conforme a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer de pele, que deve atingir 165.580 novos casos de câncer de pele não melanoma entre 2018 e 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Para frear esses números, a entidade promove, desde 2014, o Dezembro Laranja, que faz o alerta para essa

23 de novembro de 2018

Merck e Medisafe lançam aplicativo para ajudar pacientes brasileiros a melhorarem adesão ao tratamento de doenças crônicas.

Plataforma está disponível para todos, e terá ainda mais funcionalidades para pacientes em tratamento com medicamentos da Merck. Lembretes para tomar medicamentos, acompanhamento de algumas métricas entre outras funções do aplicativo, podem auxiliar o paciente a atingir uma maior adesão ao tratamento. A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, e a Medisafe, plataforma líder na criação de soluções para gerenciamento de medicamentos, anunciaram o lançamento de uma nova iniciativa que vai auxiliar milhares de pacientes com doenças crônicas, com objetivo de gerenciar a utilização de medicamentos e adesão aos tratamentos prescritos. O novo aplicativo foi lançado no Brasil, México e Rússia e pode ser baixado em IOS ou Android. A parceria entre Medisafe e Merck fornecerá ao paciente acesso a uma versão personalizada desse aplicativo, que já está disponível para o público em geral. Nessa versão, o paciente que usa medicamentos da Merck terá acesso a conteúdos exclusivos e mais informações sobre doenças e tratamentos, além da plataforma personalizada de adesão ao tratamento da Medisafe. Para ter acesso aos benefícios, basta baixar o aplicativo do Medisafe