Categoria: Minha Vida

29 de outubro de 2018

A fadiga é um sintoma comum associado à distonia e um sintoma mais frequente a cada ano. O termo “fadiga” por si só não faz jus ao termo. É muito fácil relacionar a fadiga ao cansaço ou ao excesso de trabalho ou a dores musculares após trabalho físico pesado. Eu tive essas experiências e nenhuma delas se compara à fadiga relacionada à distonia. Então parei e fiquei buscando outra palavra que definisse melhor o que queria dizer ao usar o termo “fadiga”. Assim, vou usar o termo “fadiga profunda”. Acho que a fadiga profunda é diferente em sua intensidade e de sintomas não motores. A fadiga profunda envolve todos os músculos, às vezes até os involuntários. Eles estão todos cansados ​​e fracos e, no meu caso, também com dor. Se me exercito ou estou muito estressada, então esses grupos musculares vão para um nível maior de dor. Na fadiga profunda, é comum que eu tenha níveis de dor entre oito e nove (eu associo o nível oito com lágrimas nos olhos). O pior é que ao mesmo tempo, as emoções se tornam muito mais intensas, quase esmagadoras e difíceis de administrar. A energia mental é usada para controlar a dor e tentar “controlar” um pouco as contrações/movimentos involuntários, deixando pouca energia para fazer qualquer outra coisa, eu fico bem irritada, choro facilmente, perco o “controle” rápido. Minha tolerância a d

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18 de outubro de 2018

18 de outubro, dia do médico.

O Distonia Saúde agradece ao profissional que é fundamental parceiro nessa jornada por uma vida com mais saúde, qualidade e recuperação. Que fique registrada a nossa admiração por sua dedicação imensurável, horas incansáveis de estudo e trabalho, carinho e atenção com cada um de nós (pacientes). Desejamos muito sucesso na missão de cuidar e salvar vidas, hoje e sempre. Afinal, o seu êxito também é o nosso êxito!  Um Feliz dia do Médico!

Postado em Blog, Informativo, Meu Mural, Minha Vida, Sem categoria por Mabel Antunes | Tags: ,
10 de outubro de 2018

Eu cuido da minha saúde pois estou parando de me auto sabotar…acho que ajuda também eu nunca ter gostado de me vitimizar. Eu não me auto saboto quando consigo me “controlar” quando opto pelo diálogo (não é sempre que consigo, devo confessar que é bem difícil), quando consigo evitar una discussão no calor da raiva! Eu não me auto saboto quando respeito e aceito a pessoa como ela é, mesmo com seus defeitos! Eu não me auto saboto quando me percebo também responsável pela minha saúde, pois estou aprendendo a ceder e não me amargurar, estou me adaptando… Antes eu simplesmente me afastava, e esperava que as pessoas adivinhasse minhas angústias! Eu não me auto saboto quando admito que não tenho total segurança sobre meus atos, quando admito que preciso de terceiros! Culpa, medo, insegurança, covardia, raiva, desejo de vingança, acomodação… muitos eram os sentimentos que me levavam a continuar fracassando, a continuar fazendo as coisas da mesma maneira, a não querer deixar ir estes sentimentos dentro de mim, essa parte, em geral dizem que é INCONSCIENTE e REPRIMIDA, mas ela existe… e era o que me impedia de progredir, impedia que eu obtivesse êxito profissional, emocional, que eu me sentisse merecedora de ser FELIZ… Estou conseguindo manter o que conquisto, manter minha própria felicidade, manter amizades, hoje consigo dizer que AMO a

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