DISTONIA E DENTES

23 de junho de 2017

É comum entre os distônicos a retirada inútil dos dentes, nos processos de crises é muito comum sentir dor nos dentes e muitos distônicos imaginam que retirando-os diminuirá a dor, o que não é real, as memórias da dor ficam na mente do ser humanos e na distonia, como a dor é puramente muscular esta se mantêm.

O nervo trigêmeo que influencia muito na dor na região do rosto e faz a dor ser mantida. O mais adequado para o distônico é manter os dentes, pois sem eles pode ser iniciado um processo de perda óssea, tanto da mandíbula quanto da maxila, o que no futuro pode provocar deformações ósseas e ser necessário o enxerto ósseo que é bem mais complicado que manter os dentes existentes.

Uma prova de que a manutenção dos dentes é importante, é o tratamento da distonia cervical que pode ser feita semelhante ao tratamento da DTM (disfunção temporo mandibular). Este tratamento consegue reequilibrar o pescoço, fazer a voz se normalizar, a respiração e melhorar a deglutição. Dentro deste tratamento a quantidade de medicamentos utilizados pelo distônico pode ser diminuída, o que melhora muito a qualidade de vida.

Medicações para dor, podem ser deixadas de serem tomadas com o passar do tempo porque a postura do pescoço se mantêm adequada, o que influencia também nas dores de cabeça que passam a ter menor intensidade ou mesmo desaparecerem.

Os dentes também influenciam  no processo nutricional, fazem aumentar o prazer de comer, porque a sensibilidade do palato e da língua no momento da mastigação dão a possibilidade saborear melhor os alimentos, além de que alimentos bem triturados nutrem melhor.

Para quem pensa na questão estética os dentes fazem os músculos do rosto ficarem mais harmoniosos, que dá uma aparência mais jovial há quem os têm. Uma boa mastigação mantêm os músculos mais firmes e esteticamente mais bonitos, ate mesmo a voz,  continua mais jovem por mais tempo.

 

 

Postado em Blog por Nilde Soares

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