A Doença
A distonia é uma doença que exige um profissional com conhecimento especifico em Distúrbios do Movimento.
Tratamentos
Para tratar é preciso confiar em seu médico. A sua relação com o profissional que você vai entregar a sua saúde precisa ser de confiança.
Exames
Que podem diagnosticar a Distonia são: a eletroneuromiografia, de sangue, de urina e análise do líquido cefalorraquidiano.
25 de junho de 2017

A maconha é composta por mais de 400 substâncias, sendo que, pelo menos 66 delas são específicas dessa planta e chamadas canabinoides. O delta-9-tetra-hidrocanabinol, o THC, está mais presente e imagina-se ser ele responsável pela maioria dos efeitos psicoativos relacionados ao seu uso. Outros dois canabinoides muito presentes são o canabinol e o canabidiol (CBD). O canabinol tem ação maior em sistema imune e pode diminuir a intensidade dos efeitos subjeticvos do THC, embora os prolongue. O CBD responde a cerca de 40% dos canabinoides presentes na maconha e pode ter ação na redução da ansiedade, dos sintomas psicóticos (como ouvir vozes e delírios), na indução de sonolência e na proteção de crises convulsivas. No homem, os canabinoides da maconha se ligam a, pelo menos, dois tipos de receptores (locais das células nervosas, dos neurônios, aos quais as substâncias se ligam para gerar seus efeitos no corpo e no comportamento), os chamados CB1 e CB2, sendo o primeiro mais encontrado no cérebro. Como esses receptores estão presentes e são acionados por substâncias endógenas (produzidas pelo próprio corpo), bem como pelos canabinoides externos, todo o sistema é chamado sistema endocanabinoide e é responsável pelo controle da atividade cerebral independentemente da presença ou não das substâncias da maconha. Ou seja, naturalmente, o sistema endocana

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25 de junho de 2017

Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva ( EMTr)

O que é Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) A Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva (EMT) é um procedimento médico, que utiliza estímulos elétricos e magnéticos excitatórios ou inibitórios para reestabelecer o funcionamento cerebral. Estimulação Magnética Transcraniana tem sido utilizada no tratamento da depressão, alucinação auditiva (ex: esquizofrenia), zumbido crônico, dor crônica, recuperação do acidente vascular cerebral e atualmente vem sendo amplamente estudada em diversas outras doenças, tais como: ansiedade, transtorno bipolar, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), transtorno e deficit da atenção com ou sem hiperatividade, transtorno do stress pós-traumático (TSPT), tiques, síndrome de Tourette, epilepsia, espasticidade da esclerose múltipla, doença de Parkinson, distonia entre outras. O primeiro equipamento de Estimulação Magnética Transcraniana Repetitiva ( EMT) semelhante ao que é utilizado hoje surgiu em 1975 na Grã-Bretanha. Em 1985, a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), foi desenvolvido para uso científico no Reino Unido por Dr. Anthony Baker. Em 1992, a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) começou a ser aplicada para tratamento da depressão.A técnica médica foi aprovada pela FDA

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25 de junho de 2017

O ideal para as distonias seria uma terapêutica que eliminasse a causa. Entretanto, como na maioria das vezes isto não é possível, tem-se como solução a utilização terapêutica para reduzir a intensidade dos sintomas. Podem-se relacionar três abordagens principais para o tratamento sintomático: farmacológico, não farmacológico e cirúrgico. FARMACOLÓGICO O tratamento farmacológico das distonias é sintomático. Este pode ser através de drogas de ação sistêmica ou local. Para a primeira, deve-se iniciar a droga em baixas doses, aumentando-se de acordo com a resposta terapêutica. As medicações orais têm sido administradas com base na fisiopatologia das distonias, não havendo drogas especificamente desenhadas e, universalmente, benéficas. Os medicamentos para distonia não são curativos, tendo função de alívio sintomático. Assim, pode-se utilizar associados ou não. O único tipo de distonia, que deve sempre responder a tratamento com medicações orais, é a distonia dopa-responsiva (distonia 5 DYT5), causada por mutações genéticas para enzimas ou cofatores na síntese de dopamina. Quando o teste genético não está disponível, recomenda-se iniciar, empiricamente, o tratamento com levodopa, principalmente em distonia nos membros. A distonia cervical com início na idade adulta não apresenta perfil para se benef

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