A Doença
A distonia é uma doença que exige um profissional com conhecimento especifico em Distúrbios do Movimento.
Tratamentos
Para tratar é preciso confiar em seu médico. A sua relação com o profissional que você vai entregar a sua saúde precisa ser de confiança.
Exames
Que podem diagnosticar a Distonia são: a eletroneuromiografia, de sangue, de urina e análise do líquido cefalorraquidiano.
29 de abril de 2014

Aos buscar ajuda, procure um profissional da área de Neurologia.

O erro na escolha do profissional correto implica em perca de tempo, perca de dinheiro e agravamento do problema. Por isso, estou escrevendo este artigo, para ajudar as pessoas na escolha do profissional correto.

Sempre que uma pessoa tiver um familiar com o diagnóstico de distonia, especialmente se isto começou a se manifestar na infância, se houver contraturas musculares sem explicação e mantidas de uma parte do corpo, dor localizada no local da contratura e posturas anormais este indivíduo deverá buscar auxílio médico. Existem formas de distonia, no entanto, que não se manifestam ao repouso. A câimbra do escrivão, por exemplo, só é percebida durante a escrita, quando o indivíduo desenvolve uma postura anormal da mão que está escrevendo, associado a um comprometimento da letra escrita. Isto também sugere uma pista para o diagnóstico e auxílio médico deverá ser procurado.

Diagnóstico de Distonia

A

Postado em Blog por Administradora
23 de abril de 2014
As causas mais comuns de distonias são as causas genéticas, em crianças e adolescentes, enquanto nos adultos normalmente ela é esporádica (e focal). O gene que está mais frequentemente relacionado às causas genéticas é o DYT1, mas existem outros como DYT4, DYT5 e DYT6, que também são causas conhecidas de distonias ou distonias-plus (aquelas onde ocorre a distonia mais outra manifestação neurológica, por exemplo, parkinsonismo, como na distonia associada à mutação no gene DYT5). Cabe lembrar que as distonias também podem ser adquiridas, no contexto, por exemplo de doenças cerebrovasculares, ou podem ser de origem metabólica, por exemplo, na doença de Wilson, em que o metabolismo do cobre está alterado e a impregnação deste elemento no cérebro pode provocar distonia (ou parkinsonismo). Causas menos comuns seriam aquelas relacionadas a outras doenças genéticas nas quais a distonia é apenas um dentre os múltiplos outros sinais e sintomas encontrados. Por exemplo, diversas doenças neurodegenerativas raras podem cursas com distonia: ataxias espinocerebelares, neurodegeneração por acúmulo de ferro cerebral e parkinsonismos atípico

Postado em Blog por Administradora
17 de abril de 2014
A distonia pode afetar diversas partes do corpo. Os primeiros sintomas podem incluir uma deterioração na letra depois de escrever várias linhas, cãibras pé, e / ou uma tendência de um pé para puxar ou arrastar; isto pode ocorrer “repentinamente” ou poderá ocorrer depois de correr ou caminhar uma certa distância.
O pescoço pode girar ou puxar involuntariamente, especialmente quando o paciente está cansado ou estressado.
Às vezes, os dois olhos irá piscar rapidamente e de forma incontrolável, tornando uma pessoa funcionalmente cego. Outros sintomas possíveis são tremores e dificuldades de voz ou da fala. Os sintomas iniciais podem ser muito leve e pode ser perceptível somente após esforço prolongado, estresse, ou fadiga. Ao longo de um período de tempo, os sintomas podem tornar-se mais visível e generalizada e ser implacável; às vezes, contudo, há pouca ou nenhuma progressão.

Os sintomas mais comuns de uma distonia são:

  • Aumento do tônus muscular (hipertonia) que se manifesta por segmentos do corpo acometidos mais endurecidos e aumentados;
  • Dor;
  • Posturas anormais, por exemplo, com o pescoço desviado;
  • Sintomas menos comuns como tremor também podem
Postado em Blog por Administradora