A Doença
A distonia é uma doença que exige um profissional com conhecimento especifico em Distúrbios do Movimento.
Tratamentos
Para tratar é preciso confiar em seu médico. A sua relação com o profissional que você vai entregar a sua saúde precisa ser de confiança.
Exames
Que podem diagnosticar a Distonia são: a eletroneuromiografia, de sangue, de urina e análise do líquido cefalorraquidiano.
7 de fevereiro de 2017

As drogas, substâncias naturais ou sintéticas que possuem a capacidade de alterar o funcionamento do organismo, são divididas em dois grandes grupos, segundo o critério de legalidade perante a Lei: drogas lícitas e ilícitas. As drogas lícitas são aquelas legalizadas, produzidas e comercializadas livremente e que são aceitas pela sociedade. Os dois principais exemplos de drogas lícitas na nossa sociedade são o cigarro e o álcool. Outros exemplos de drogas lícitas: anorexígenos (moderadores de apetite), benzodiazepínicos (remédios utilizados para reduzir a ansiedade), etc. As distonias desenvolvidas por drogas tem um diferencial, em geral são mais dolorosas e com crises mais vigorosas que os outros tipos de distonia, tendo também a possibilidade da reversibilidade do quadro distônico, contudo este quadro dependendo da sua abrangência terá um tratamento demorado. Em geral a análise clinica é suficiente para o diagnóstico. Lembrando que nem todas as pessoas que tomam essas medicações desenvolvem distonia, é necessário ter predisposição para isso, quando se percebe os primeiros sintomas de distúrbio a medicação deve ser imediatamente suspensa. Leia mais: 

Postado em Blog por Nilde Soares
6 de fevereiro de 2017

A Distonia é um distúrbio neurológico do movimento, esse distúrbio tem origem genética, congênita ou adquirida ( às vezes referida no plural, distonias e/ou distúrbios do movimento, por causa dos muitos tipos diferentes) é uma desordem neurológica que provoca involuntárias e repetitivas contrações musculares, que podem durar de alguns segundos a anos. Várias partes do corpo podem ser afetadas, incluindo os braços, pernas, tronco, pescoço e pálpebras. Esta síndrome neurológica por vezes é confundida com “tiques” e afeta certa de 65 mil brasileiros. E pode se manifestar em diferentes idades, mas na maioria dos casos a doença tem início entre os 40 e 60 anos. É mais comum em mulheres do que em homens – cerca de três casos entre elas para cada homem diagnosticado. Os movimentos podem causar torção, posições anormais, dor e incapacidade. Não existe cura para a distonia e as opções de tratamento dependem da localização do músculo afetado. As distonias geralmente não prejudicam a capacidade cognitiva do paciente (ler, raciocínio, julgamento, memória) ou inteligência. A incidência desta doença é de 3,4 pessoas para cada 100 mil habitantes segundo dados do Ministério da Saúde.    

Postado em Blog por Nilde Soares

15 de maio de 2014

Embora a distonia não tenha cura, existem vários tratamentos disponíveis para se encontrar “alívio” para os sintomas.

Opções de Tratamento para a Distonia:

  • Injeções de medicação, esse tratamento envolve a injeção de medicações diretamente nos músculos afetados.
  • Terapias com Fármacos, existem muitos medicamentos que são comumente usados para se tratar a distonia. Nenhum fármaco funciona para todas as pessoas, e várias experiências com medicamentos podem ser necessárias para se determinar qual o mais apropriado para você. A maior parte dos medicamentos usados para se tratar a distonia, agem afetando os químicos neurotransmissores no sistema nervoso, os quais executam as instruções do cérebro para o movimento muscular e o controle do movimento.1

Rizotomia e Palidotomia

Cirurgias como a rizotomia e a palidotomia envolvem a destruição ou remoção de certas partes do cérebro (palidotomia) ou o corte de nervos na medula espinhal(rizotomia).

Terapia de Estimulação Cerebral Profunda (Deep Brain Stimulation – DBS) para D

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