Tag: tratamento

7 de janeiro de 2019
O diagnóstico de uma doença rara não pode subtrair possibilidades de se viver bem. Não tem que ser sentença de uma vida infeliz. Viver com uma doença rara no Brasil é viver rompendo barreiras. A principal e primeira de todas é conseguir vencer o desconhecido e obter o diagnóstico correto da doença. Informações sobre o tema são tão escassas quanto às próprias políticas públicas para atender os pacientes. Um dos motivos para isso é a falta de preparo dos profissionais da saúde que ainda não têm familiaridade com o assunto. Pensando em pôr luz a essa realidade, a Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara, que é presidida por mim, protocolou recentemente um requerimento sugerindo que sejam incluídas disciplinas específicas nos cursos de medicina para que o diagnóstico de doenças degenerativas e doenças raras seja cada vez mais precoce. Essa é uma diretriz já estabelecida pela Lei Brasileira de Inclusã

2 14 de maio de 2018

O papo de hoje é sobre a Drª Vanessa Milanesi Holanda, essa médica incrível, que vem se destacando com estudos e aplicações práticas de suas pesquisas em pacientes portadores de Distúrbios do Movimento, seja distonia, doença de Parkinson ou tremor essencial. Graduada em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a neurocirurgiã titular e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia é especialista em neurocirurgia funcional, e também é membro da Sociedade Brasileira de Estereotaxia e Neurocirurgia Funcional. Além disso, ela é especialista em microcirurgia e distúrbios do movimento pela Universidade da Flórida; especialista em neurocirurgia funcional e dor pelo AC Camargo Cancer Center; mestre em Medicina e doutora em Biofotônica pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Não bastasse isso tudo, ela tem experiência na área de estimulação cerebral profunda. Muita coisa, né?

 Estimulação Cerebral Profunda

A Drª Vanessa é expert em

1 17 de abril de 2018

Olá, Imagine a cena: Você tem uma consulta médica marcada para às 14h. Chega às 13:50 no consultório, espera quase uma hora (além do seu horário) para ser atendido, finalmente o médico te chama. Ele nunca te viu, pergunta o que você está sentindo, no máximo sabe a sua idade. Não te pesa, não pergunta sua altura, nem sobre seus hábitos ou doenças preexistentes, passa um monte de exames e manda voltar com eles prontos.

Você também pode substituir essa cena por uma versão “encurtada” (se é que isso é possível): o médico pergunta “o que você tem” (opa, não era ele quem deveria dizer isso?), fecha um diagnóstico precipitado, estica a mão até um armário que está perto dele, te dá umas amostras grátis, pega o receituário, coloca uns nomes específicos de remédios em uma letra impossível de ler e fala pra você voltar quando terminarem os medicamentos.

Ah, mas tudo bem, você deve pensar que o consultório tá cheio, que as pessoas (inclusive você)